Exames
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Exames laboratoriais são realizados em Portugal, por técnicos de análises clínicas e de saúde pública e/ou técnicos de anatomia patológica (são ambos profissionais inseridos na área dos técnicos de diagnóstico e terapêutica (TDT)), e por outros profissionais como biólogos, químicos, bioquímicos ou microbiologistas, desde que especializados na área, que atuam sob a supervisão ou de um médico especializado em patologia, biomédico ou de um farmacêutico especializado em análises clínicas.
As análises clínicas fazem parte da formação do farmacêutico, é ligada a exames de saúde como: exame de fezes, urina, sangue, etc.

Fonte: Wikipédia

Recolhas efetuadas de segunda à sexta das 08:00h ás 11:00h pelo laboratório Germano de Sousa.

A Osteopatia faz parte das 6 terapias que foram recentemente regulamentadas pelo estado português, para fazerem parte do nosso sistema de saúde.
 

“A Osteopatia é uma profissão de cuidados de saúde primários, que se foca no diagnóstico, tratamento, prevenção e reabilitação de transtornos músculo-esqueléticos e suas repercussões no estado de saúde geral do paciente”
 

A Osteopatia foi criada pelo médico americano Andrew Taylor Still no final do século XIX, onde através da observação e investigação que fez, encontrou uma correlação entre as patologias e as suas manifestações físicas.
 

O princípio da Osteopatia é prevenir ou tratar distúrbios funcionais do corpo, excluindo doenças orgânicas que necessitam de intervenção terapêutica, medica, cirúrgica, medicamentos ou agentes físicos como infeções virais, degenerativas, bacteriana ou genética.
 

A Osteopatia trata do corpo no seu conjunto. A sua ação passa por uma ligação fisiológica importante com o Sistema nervoso.
 

O organismo é uma máquina vital, uma estrutura anatómica com funções fisiológicas, que permanecerá saudável enquanto a estrutura permanecer normal. Mas se a estrutura se alterar, ocorrerão efeitos adversos ao seu funcionamento.

“... Há que tratar pacientes e não tratar doenças!....”

As técnicas osteopáticas visam a aliviar os sintomas de condições relacionadas com as seguintes áreas:

Sistema músculo-esquelético: reumatismo, lombalgias, entorses, tendinites, dores que ocorrem nas costas, pescoço, doenças que atingem as articulações, etc..

Sistema visceral: constipação, diarreia, flatulência

Sistema craniano: dores de cabeça, infeções crónicas de ouvido, tonturas, zumbido, sinusite crónicas, cólicas, etc...

Existem também técnicas específicas e orientadas para o Desporto (osteopatia desportiva) e para crianças (osteopatia pediátrica)

A Osteopatia ajuda o indivíduo a reencontrar a sua função natural dando mobilidade a

todas as suas articulações.

Os raios X são emissões eletromagnéticas de natureza semelhante à luz visível. Seu comprimento de onda vai de 0,05 ångström (5 pm) até dezenas de ångström (1 nm).
 

Os raios X foram descobertos em 8 de novembro de 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen.
 

A energia dos fótons é de ordem do keV (kilo elétron-volt), entre alguns keV e algumas centenas de keV. A geração desta energia eletromagnética se deve à transição de elétrons nos átomos, ou da desaceleração de partículas carregadas.

Como toda energia eletromagnética de natureza ondulatória, os raios X sofrem interferência, polarização, refração, difração, reflexão, entre outros efeitos. Embora de comprimento de onda muito menor, sua natureza eletromagnética é idêntica à da luz.

 

 

O eletrocardiograma (ECG) é um exame de saúde na área de cardiologia no qual é feito o registro da variação dos potenciais elétricos gerados pela atividade elétrica do coração.
 

O exame é habitualmente efetuado por técnicos e interpretado por médicos.

Bases Teóricas
O coração apresenta atividade eléctrica por variação na concentração citosólica de iões cálcio. Os Eletrodos sensíveis e colocados em pontos específicos do corpo registam esta diferença eléctrica.

O exame eletrocardiográfico pode ser utilizado em situações eletivas ou de urgência e emergência cardiovascular.
 

Equipamento
O aparelho que registra o eletrocardiograma é o eletrocardiógrafo. São usados sensores no peito e no abdômen.Pode ser usado no pulso.
 

Indicação
O exame é indicado como parte da análise de doenças cardíacas, em especial as arritmias cardíacas .Também muito útil no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio sendo exame de escolha nas emergências juntamente com a dosagem das enzimas cardíacas.
 

Princípios fisiológicos
O aparelho registra as alterações de potencial elétrico entre dois pontos do corpo. Estes potenciais são gerados a partir da despolarização e repolarização das células cardíacas. Normalmente, a atividade elétrica cardíaca se inicia no nodo sinusal (células auto-rítmicas) que induz a despolarização dos átrios e dos ventrículos.

Esse registro mostra a variação do potencial elétrico no tempo, que gera uma imagem linear, em ondas. Estas ondas seguem um padrão rítmico, tendo denominação particular.

A ultrassonografia (ou ecografia) é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultrassom em geral utilizam uma frequência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezoelétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a frequência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

A ultrassonografia permite também, através do efeito doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.

A ultrassonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e ubíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos ultimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.

 

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável.
Para tanto é utilizado um equipamento que utiliza uma fonte de raios-x, para obtenção de imagens radiográficas do tecido mamário.

Aplicações:
A capacidade de identificar lesões de tamanho mínimo é uma das vantagens do uso da mamografia na detecção de um câncer de mama, antes de ser palpável e de se manifestar clinicamente. Este diagnóstico, feito numa fase muito precoce da doença, é geralmente associado a um melhor prognóstico para a cura e a necessidade de um tratamento menos agressivo para o controle do câncer em alguns casos .

Em muitos países, a mamografia de rotina das mulheres é recomendada como um método de triagem para o diagnóstico precoce do câncer de mama. A US Preventive Services Task Force recomenda a mamografia, com ou sem exame clínico das mamas a cada 1-2 anos em mulheres com 40 anos ou mais. Em conjunto com os testes clínicos, encontrou-se uma redução relativa da mortalidade de 20%.

Falsos Negativos:
Mamografia dá resultado falso negativo em pelo menos 10% dos casos. Isto é devido à existência de tecido denso, escondendo o câncer sob a aparência dos tecidos normais.
Falsos Positivos:
De acordo com o estudo publicado no Annals of Internal Medicine, "após 10 anos de mamografias anuais, mais da metade das mulheres vai receber pelo menos um falso-positivo, e de 7% para 9% irão receber uma recomendação de falso-positivo de biópsia."

 

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.
Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos.
Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.
As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.
Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e consequente predição do índice de fratura óssea.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.
É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.
É o único exame de imagem preventivo de doenças.
O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum.
O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada com base nos resultados obtidos com a densitometria.

 

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